Ao negar buscas contra Bezerra, Dodge disse que não havia mais o que procurar

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Raquel Dodge estava em plena campanha pela recondução à PGR quando emitiu, em 12 de agosto, seu parecer contra as buscas nos gabinetes de Fernando Bezerra, líder do governo no Senado, e seu filho deputado.

A PGR disse que, como não haveria “índícios de que ele registrasse os atos praticados, pois, ao contrário, adotou todas as medidas para manter-se longe deles”, a medida invasiva teria “pouca utilidade prática”.

Barroso, por óbvio, não considerou a alegação “convincente”.

“Na criminalidade
organizada econômica, o natural é que todos os envolvidos tentem ocultar provas e não evitar deixar registros de seus atos. A medida cautelar serve justamente para tentar encontrar documentos mantidos sigilosamente, longe dos olhos do público e das autoridades de
investigação”.

Curiosamente, a ainda PGR manifestou-se favorável às buscas contra os demais investigados.

Comentários

  • Paulo -

    Raquel “Fubica” saiu pela porta dos fundos da PGR... e veja que a PF afirmou que encontrou provas contra ele... ridícula... viu como tinha o que achar?

  • Luiz -

    Não tem nada de curioso. Raquel Dodge era e será sempre mais uma mancha no Brasil, entre outras tantas que estiveram ocupando a PGR. Engavetadores, ideologicamente ligados as suas agendas de carreir

  • Carlos -

    É sempre a velha máxima: aos amigos tudo, aos inimigos os rigores da lei.

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