AO VIVO: WESLEY BATISTA NO CONGRESSO

Wesley Batista, delator da JBS, chegou à sessão conjunta das CPIs do BNDES e da JBS.

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  1. Roberto Guerra disse:

    Bandido não muda. Depois de pego pela justiça, sempre se faz de bonzinho e sofredor. Só faltou chorar.

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  1. Carlos disse:

    Ele entrou pela garagem e trouxe seu gravador.

    1. Sob o codnome Joesley, para não ser reconhecido.

  2. PedroGB disse:

    Isso é muito bizarro, eles não esperam nem parar de gravar para encerrar o teatro. O presidente da comissão, tão combativo, termina abraçando e trocando piadinhas com os advogados do açougueiro e com o próprio. É tudo uma palhaçada sem fim. E eu perdendo meu tempo aqui, assistindo isso.

  3. Alex Wie disse:

    Só foi lá pra dar uma volta e mudar de ares rs

  4. Heldomiro Machado disse:

    Ele gosta de conversar mesmo é com o Janot e o Miller. Com eles, ex pgr e seu assessor, o papo era longo, animado e GRAVADO. Uma beleza!!!

  5. Socialismo entre corruptos disse:

    São políticos corruptos encarando os corruptores. O empregado encarando o patrão. Isso é Socialismo.

  6. José disse:

    Decerto totalmente amordaçado e ameaçado pelos 2000 políticos que receberam corrupção.

  7. Miller fez roteiro para Delação da JBS (1) disse:

    A quebra do sigilo de e-mail de Marcello Miller revela que o ex-procurador da República tinha em sua caixa de mensagens um roteiro com orientações sobre como os executivos e advogados da JBS deveriam se portar para fechar o acordo de delação premiada com a PGR. . A Folha de S.Paulo teve acesso a um e-mail de 9 de março de 2017, dois dias após o empresário Joesley Batista gravar o presidente Michel Temer no Palácio do Jaburu. O texto sugere que a Procuradoria já sabia que Temer estaria entre os delatados no dia em que foi gravado. . A mensagem contrasta com a versão apresentada até agora por Miller, pela JBS e pelo ex-procurador-Geral da República, Rodrigo Janot.

    1. Miller, até então, afirmou que apenas fez reparos "linguísticos e gramaticais". No segundo item do e-mail, porém, há uma orientação claramente calçada na experiência de como é o funcionamento do Ministério Público. . A JBS e Janot sustentam que Temer não era objeto das conversas iniciais e que os supostos crimes cometidos pelo presidente da República só vieram a integrar as tratativas no final de março. . A afirmação se choca com o e-mail descoberto na caixa de mensagens de Miller, claro ao afirmar que semanas antes a JBS estava, em sua delação, tratando de Temer. . Janot afirma que todas as acusações contra o presidente foram apresentadas de forma espontânea pelos executivos, pré-requisito para as delações serem consideradas válidas.