Apagão siderúrgico

Com a paralisia na construção civil e um excedente na produção internacional, a siderurgia brasileira não consegue mais viver de consumo interno, nem externo. O resultado é um novo apagão com efeitos ainda mais danosos que o da crise de 2008.

O Estadão enumera casos assustadores, como o da Usiminas em Cubatão, que anunciou a demissão de 4 mil trabalhadores após um prejuízo líquido de R$ 1,042 bilhão. E mostra um setor altamente endividado, uma situação ainda mais arriscada por se tratar de um país às vésperas da perda do grau de investimento.

Enquanto o PT tenta se salvar, o Brasil derrete.