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Após 2 meses, consórcio de prefeituras não comprou uma só dose de vacina

Após anúncio da iniciativa, Pazuello assinou com Pfizer e Janssen
Após 2 meses, consórcio de prefeituras não comprou uma só dose de vacina
Foto: WiR_Pixs/Pixabay

O consórcio formado em março por prefeituras para comprar vacinas não assinou até hoje nenhum contrato de compra.

O Conectar é uma iniciativa da Frente Nacional de Prefeitos (FNP). Mais de 2.600 prefeituras já manifestaram interesse em participar – hoje, 2.122 já aderiram oficialmente, por meio da aprovação de leis municipais.

Procurado, o Conectar informou que “avança na interlocução diplomática em cinco frentes prioritárias, com embaixadas e representantes dos governos americano, chinês, russo, cubano e alemão”, e assim, “garante lugar prioritário na fila no momento em que os imunizantes estiverem disponíveis”.

O consórcio também informou trabalhar em “termo de referência para a aquisição para todo o território nacional de insumos médico-hospitalares indispensáveis no processo de imunização, como agulhas e seringas”.

O Conectar é liderado pelo prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (DEM). Ele passou férias em Cancún em fevereiro, enquanto vigorava uma quarentena em sua cidade natal. Posteriormente, Loureiro contou em entrevista que não esperava conseguir compra imediata de vacinas.

A iniciativa das prefeituras foi anunciada no fim de fevereiro. Apenas em 19 de março, no fim da administração Pazuello, o Ministério da Saúde informou a assinatura de contratos com Pfizer e Jannsen, somando 138 milhões de doses.

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