Aposta na prescrição

A lentidão (ou falta de vontade) do STF em julgar políticos acaba levando muitos casos à prescrição. A Folha cita, por exemplo, ações derivadas da Operação Sanguessuga contra Josué Bengtson, Nilton Capixaba, Benjamin Maranhão e Paulo Feijó.

O primeiro caso já prescreveu e os demais estão prontos para julgamento, mas prestes a prescrever.