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Aras defende continuidade da CPI das Fake News

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Augusto Aras enviou ao Supremo parecer contrário ao pedido de deputados bolsonaristas para acabar com a CPI das Fake News no Congresso.

Um mandado de segurança assinado por Beatriz Kicis, Alê Silva, General Girão, Aline Sleutjes, Carlos Jordy, Luiz Ovando e Carla Zambelli, do PSL, argumenta que a CPI desvirtuou de sua missão original para perseguir apoiadores de Jair Bolsonaro.

Aponta também suspeição do presidente da comissão, Ângelo Coronel (PSD), e da relatora, Lídice da Mata (PSB), para dirigir as investigações, por atuação “arbitrária e parcial”.

Aras disse que os dois, como políticos, não têm as mesmas obrigações que juízes na condução de inquéritos e que, desde o início, a CPI se propôs a investigar, dentre outros fatos, a utilização de perfis falsos para influenciar o resultado das eleições de 2018.

“A referida investigação constitui um dos objetos principais da CPMI e não questão acessória”, afirmou Aras, citando decisão de Gilmar Mendes que já havia negado pedido semelhante apresentado por Eduardo Bolsonaro.

O procurador-geral afirmou, no fim do parecer, que a PGR tem atuado com “máxima rigidez” quando consultada sobre atos ilegais praticadas pela CPI. Mas não deu nenhum exemplo.

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