Aras nega "fim da Lava Jato" e culpa delação de Tacla Durán

Em determinado momento da conversa que Augusto Aras teve mais cedo com senadores, o procurador-geral da República foi questionado sobre a estranha tentativa da PGR de ressuscitar um acordo de delação com o doleiro foragido Rodrigo Tacla Durán.

Parlamentares colocaram à mesa a avaliação de que esse movimento parece ter a intenção de desgastar Sergio Moro, tratado hoje como inimigo por Jair Bolsonaro.

O procurador, sem desenvolver muito a resposta, negou motivações políticas nesse sentido, embora não tenha deixado muito claro se a informação é verdadeira ou não.

Aras também disse acreditar que esse assunto, a delação de Tacla Durán, é a raiz da interpretação de que estão querendo acabar com a Lava Jato — para Aras, tudo não passa de uma interpretação.

A reunião virtual, antecipada por O Antagonista, foi bastante reservada. O encontro ocorreu após as declarações de Aras contra a Lava Jato.

Os parlamentares estão evitando comentar sobre o que Aras disse exatamente a eles — o site apurou que os participantes da conversa combinaram de tratá-la com discrição.

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