Armas nas penitenciárias

Alexandre de Moraes disse à rádio Estadão que, dos 56 mortos em Manaus, “menos da metade tinha ligação com alguma facção ou organização criminosa”.

Ele disse também:

“Isso tem uma questão muito mais profunda, que é a entrada de armas nas penitenciárias, em virtude da corrupção, e a possibilidade de presos perigosos ficarem submetendo, independentemente de facções, outros presos.”

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