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Arregão e arreguinho

Depois do recuo de Jair Bolsonaro, foi a vez do líder dos movimentos de caminhoneiros Zé Trovão, em uma versão "Trovãozinho Paz e Amor"
Arregão e arreguinho
Reprodução: Pânico/Youtube

Depois da arregada de Jair Bolsonaro, foi a vez de Zé Trovão. Em entrevista a uma emissora bolsonarista, o caminhoneiro disse que está desmobilizando os colegas. Mais cedo, o próprio presidente pediu aos grevistas que voltem para casa, pois estão “prejudicando a economia”.

“Decidimos colocar fim às paralisações”, afirmou.

Na verdade, quem acabou com o movimento foi Michel Temer, ao pressionar Jair Bolsonaro a fazer as pazes com Alexandre de Moraes para evitar um impeachment e que seus filhos acabem na cadeia.

“Nós estamos abrindo as barreiras porque acreditamos que o que o presidente Bolsonaro prometeu ontem na nossa reunião vai acontecer. A reunião ontem com ele foi longa, e ele nos agradeceu tudo o que aconteceu”, emendou, seguindo a narrativa dos filhos de Jair, de que há uma grande estratégia por trás do recuo do presidente.

Mais cedo, registramos que quase já não há mais bloqueios. Zé Trovão, que está foragido há 1 semana, disse que foi para o México ainda no dia 27 de agosto.

“Vim para o México no dia 27. Cumprir algumas coisas aqui que eu precisava e para resguardar a minha vida. Antes de sair esse mandado de prisão, eu estava sofrendo muita ameaça nas redes sociais. Eu acabei recebendo a notícia de que eu estava sendo procurado. A gente tomou as devidas precauções para que essa prisão não acontecesse, porque ela é arbitrária. Eu não aceito a minha prisão, não sou bandido. Fui orientado a não comparecer.”

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