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Arthur Lira: "As cordas foram esticadas na realidade paralela, de faz de conta"

Para deputado, embate nas redes "não ajuda a encher barriga, não apoia ou acolhe quem precisa, não gera postos de trabalho, não baixa o preço do gás"
Arthur Lira: “As cordas foram esticadas na realidade paralela, de faz de conta”
Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Em artigo no Globo, Arthur Lira reage à milícia virtual de Carluxo, diz que já apanhou muito mais do que conseguiu rebater e segue “um aprendiz” nas redes sociais. O presidente da Câmara, porém, diz que a realidade concreta do dia a dia da política é bem diferente do mundo virtual. E, sem mencioná-la, minimiza a importância da marcha golpista convocada por Jair Bolsonaro.

As cordas foram esticadas nessa realidade paralela, de faz de conta, de demasiada retórica e virulência que, tenho certeza, não é sustentada na relação diária, física, nos palácios, sedes dos Poderes, sindicatos, associações e confederações de todas as áreas — terreno onde a sociedade civil se articula e prospera. Não podemos deixar que essa movimentação de vídeos, gifs, memes e posts substitua a altivez e a nobreza da boa política que constrói e promove avanços.”

Lira refuta “qualquer possibilidade de aventura contra a democracia” e ressalta que o embate das redes e as trocas de notas oficiais com afirmações e desmentidos “não ajuda a encher barriga, não apoia ou acolhe quem precisa, não gera postos de trabalho, não baixa o preço do gás de cozinha ou gasolina, muito menos acelera os números de brasileiros vacinados”.

“São essas as genuínas demandas daqueles que nos elegeram. E que nos julgarão nas urnas no ano que vem.”

 

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