As planilhas de Alckmin

Os pagamentos da Odebrecht para as campanhas de Geraldo Alckmin estão nas planilhas entregues por Benedicto Junior.

Diz o Estadão:

“São as provas de corroboração do que disseram três delatores da Odebrecht sobre pagamentos acertados e efetuados para as campanhas de 2010, de R$ 2 milhões, para o codinome Belém, e de 2014, de R$ 8,3 milhões, para o codinome M&M”.

E também:

“BJ afirma que o propósito da aprovação da doação ‘era a proeminência de Geraldo Alckmin no cenário nacional, a sua liderança e de seu partido no Estado de São Paulo’. ‘Também era garantir interlocução qualificada na discussão dos projetos vislumbrados como participação na nova rodada de concessão rodoviária no estado, novas participações em projetos com parceria da Sabesp e potenciais novas concessões de trens regionais’

O delator afirmou que ‘em todos esses segmentos no ano de 2015” a Odebrecht teve “oportunidade de discutir antecipadamente com o governo estes projetos, modelo de contratação, fontes de financiamento’”.

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