As promessas estratégicas do governo

O Palácio do Planalto trabalha para que os senadores aprovem, sem alteração, a proposta de reforma trabalhista enviada pela Câmara dos Deputados, segundo a Folha.

Desse modo, a matéria segue para sanção de Michel Temer.

Se houver mudança, o projeto retornará para nova análise dos deputados.

Com receio de perder no Senado, o presidente se comprometeu a editar depois uma MP para modificar pontos aprovados na Câmara e que enfrentam resistências na outra Casa, evitando assim o retrocesso na tramitação.

Entre eles, estão a quarentena para o contrato intermitente, o trabalho de gestantes em local insalubre e o contrato de trabalhadores autônomos.

3 comentários

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  1. E o roubo legalizado com nome de imposto sindical??? Não foi essa a moeda de troca que o presidento pato manco fez com o deputado inimigo dos trabalhadores Paulinho da Força para garantir os votos contra a denúnica na CCJ. O Solidariedade trocou o deputado Major Olímpio só para garantir a cumplicidade à corrupção de Temer.

  2. A reforma trabalhista não se resume ao fim do imposto sindical. Isso é positivo, mas a reforma está repleta de excessos, como a Senadora Simone Tebet destacou. Tais excessos, em vez de criar emprego, vão criar mais confusão e mais ações na justiça.