Assessor de Bolsonaro liga demissão de diplomata a 'ofensas pessoais'

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Assessor internacional de Jair Bolsonaro, Filipe Martins negou que a saída de Paulo Roberto de Almeida do comando do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais tenha sido motivada “por externar divergências e divulgar textos críticos ao governo”.

“Nada mais falso. Sua exoneração, que já era prevista, apenas foi antecipada — e o foi em razão de uma série de ofensas pessoais e não por qualquer tipo de divergência”, explicou, no Twitter.

Martins não revelou quais e a quem foram dirigidas as ofensas. Seria o caso de dar mais transparência ao real motivo da mudança.

O diplomata atribui a demissão a “um critério geracional” de Ernesto Araújo, que estaria substituindo chefias por pessoal mais novo, de hierarquia inferior. Oficialmente, o Itamaraty informou que a troca já era prevista.

Comentários

  • JCalvino -

    Qual o problema em substituir chefe incompetente por mais novos? O Filipi Martins intende muito de real politic. O Eduardo saboia, subalterno, foi corretamente promovido pelo Temer. Qual o problema?

  • JCalvino -

    Não vi gritaria quando o diplomata Eduardo Saboia foi punido por libertar o opositor do ditador boliviano ou quando o Chanceler Celso Amorim foi conivente com a invasão da planta da PTbras p Bolivia

  • Renato -

    Parece que esse Filipe é que esteve envolvido com a demissão por ter sido apelidado de Robespirralho pelos diplomatas mais experientes

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