Atual chefe de gabinete de Flávio teve 'atuação determinante' nas rachadinhas, diz MP

Atual chefe de gabinete de Flávio teve atuação determinante nas rachadinhas, diz MP
Foto: Adriano Machado/Crusoé

O atual chefe de gabinete de Flávio Bolsonaro, Miguel Ângelo Braga Grillo, é apontado pelo Ministério Público do Rio como operador da rachadinha na Alerj, informa o Estadão.

O “Coronel Braga” foi um dos 17 denunciados pelo MP por ter atuação conjunta com Fabrício Queiroz no esquema.

Segundo os investigadores, Queiroz era o responsável pela contabilidade da organização criminosa. Grillo, por outro lado, gerenciava o trabalho da equipe e atestava mensalmente o cumprimento das jornadas dos funcionários fantasmas.

O chefe de gabinete de Flávio, de acordo com a denúncia, teve “atuação determinante” no esquema.

“O núcleo operacional também contava com a atuação determinante do Chefe de Gabinete do Parlamentar, o denunciado Miguel Ângelo Braga Grillo, a quem incumbia, desde maio de 2007, a gestão de todos os servidores lotados no Gabinete, tanto em relação ao desempenho das funções públicas, quando existentes, quanto à frequência dos servidores, sendo o responsável por expedir mensalmente ofícios ao departamento de pessoal da Alerj atestando falsamente a frequência integral dos assessores componentes da organização criminosa vinculados diretamente ao Gabinete, a fim de possibilitar a liberação dos pagamentos dos salários, mesmo sem a contraprestação dos serviços públicos pelos ‘funcionários fantasmas’.”

Grillo é coronel-aviador da FAB e recebe salário de R$ 22,9 mil na chefia de gabinete de Flávio no Senado.

Leia mais: Rachadinha Queiroz-Flávio Bolsonaro: confira as revelações sobre o caso
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