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Bancada da bala avalia derrubar veto a reajuste de servidores

Bancada da bala avalia derrubar veto a reajuste de servidores
Deputado Federal Capitão Augusto fala à imprensa no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), após reunião com Bolsonaro e a equipe de transição.

A bancada da bala na Câmara disse ao Planalto que a manutenção do veto de Jair Bolsonaro sobre o congelamento dos salários de servidores impacta diretamente na contagem do tempo de serviço dos policiais militares.

O líder da bancada, Capitão Augusto (PL-SP), afirmou a O Antagonista que o veto congela, por 19 meses, a possibilidade de os militares conseguiram anuênios, que são adicionais por cada ano trabalhado, e licenças-prêmio.

As bonificações, segundo Augusto, servem como promoções por tempo de serviço aos militares. O texto é discutido agora na Câmara.

“Não trabalhamos contra o congelamento. Nós entendemos a situação que o Brasil está vivendo. Mas colocar 19 meses sem o anuênio, quinquênio, o policial vai ter de trabalhar mais 19 meses para conseguir avançar na carreira. É isso que estamos questionando.”

De acordo com o líder da bancada da bala, discute-se com o Planalto uma possibilidade para beneficiar a carreira dos policiais militares. Dá dois caminhos: a derrubada do veto ou a manutenção, associada à criação de um projeto de lei sobre o tema.

A medida, no entanto, traria custos para o governo. “São migalhas, estamos tratando de benefícios para servidores que ganham pouco. Estamos falando de quem está na linha de frente”, disse Augusto.

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