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Bancada do PSL na Câmara diz que voto impresso não prejudica sigilo do eleitor

Bancada do PSL na Câmara diz que voto impresso não prejudica sigilo do eleitor
Foto: Antonio Augusto/ASCOM/TSE

A bancada do PSL na Câmara dos Deputados defendeu a impressão dos votos nas eleições brasileiras para impedir fraudes. Os parlamentares afirmam que a urna eletrônica usada no Brasil pode ser invadida por se tratar de um sistema digital.

O TSE já detalhou em diversas ocasiões que não é possível hackear as urnas eletrônicas porque elas não são interligadas em rede. Só depois de encerrada a votação é que os arquivos salvos nessas máquinas são enviados para contagem dos votos.

“Por mais que tenhamos tecnologias avançadas e o Brasil seja referência mundial no desenvolvimento e uso da urna eletrônica, sistemas são violáveis. Por isso, a adoção de sistemas eleitorais eletrônicos com voto impresso auditável tem se mostrado como indispensável evolução, por viabilizar maior transparência ao registro e contagem de votos, com comprovação de que a manifestação do eleitor será computada e com possibilidade de auditoria em caso de suspeita de fraude”, disse o PSL.

A possibilidade de impressão do voto é prevista pela PEC 135/2019. Antes, a reforma eleitoral de 2009 (Lei 12.034) previu a impressão do voto a partir de 2014. Mas, em 2013, o STF declarou a inconstitucionalidade dessa regra. Cinco anos depois, o Supremo voltou a impedir o voto impresso com o argumento de risco ao sigilo e à liberdade do voto.

“Precisamos garantir eleições verdadeiramente confiáveis, livres e justas, com maior transparência do sistema de urnas eletrônicas, a fim de assegurarmos que os rumos de nosso país sejam comprovadamente determinados pela vontade do povo”, finaliza a bancada do PSL.

Leia a íntegra do manifesto.

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