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Banqueiros jogam água na fervura entre Febraban e governo

Com exceção do Itaú, presidentes de bancos privados defenderam arquivamento de manifesto sobre crise política com críticas indiretas ao governo
Banqueiros jogam água na fervura entre Febraban e governo
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

A reunião por videoconferência, realizada ontem à noite entre os presidentes dos principais bancos do país, serviu para baixar a fervura da crise aberta pela Febraban com Caixa e Banco do Brasil, por causa do manifesto em defesa da estabilidade política e da geração de empregos”.

No geral, os banqueiros se mostraram incomodados com o episódio, que seria fruto de uma “falha de comunicação”. A maioria dos CEOs, com exceção do presidente do Itaú, alegou que aprovou o manifesto sem saber que os bancos públicos haviam rejeitado a versão final do documento.

“Não vimos nada que pudesse ofender o governo, mas faltou comunicação. A conversa que tivemos ontem à noite deveria ter ocorrido na sexta-feira passada”, afirma um dos executivos. A ideia, segundo ele, é virar a página.

Participaram da videoconferência, convocada por Fausto Ribeiro (BB), os presidentes de Caixa, Bradesco, Itaú, BTG e Safra. A única ausência foi a do Santander.

 

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