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Barroso anuncia comissão de transparência para as eleições de 2022

De acordo com o presidente do TSE, a instituição do colegiado, que será formado por representantes da sociedade civil, classe política e tribunais
Barroso anuncia comissão de transparência para as eleições de 2022
Abdias Pinheiro/ASCOM/TSE.

O presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, anunciou há pouco a criação de uma comissão de transparência para as eleições de 2022.

De acordo com o presidente do TSE, a instituição do colegiado, que será formado por representantes da sociedade civil, classe política e tribunais superiores, visa aumentar a transparência do processo eleitoral.

Essa comissão vai acompanhar todas as etapas das eleições do ano que vem. O chamado ciclo eleitoral começará em 4 de outubro.

“Aqui não se faz nada às escondidas. É tudo transparente e aberto para o bem da democracia brasileira”, disse Luís Roberto Barroso.

A instituição da comissão de transparência é uma resposta clara às alegações de fraudes ao sistema eleitoral, que vem sendo perpetradas por Jair Bolsonaro ao longo de 2021.

Vão fazer parte da comissão o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG); o ministro Benjamin Zymler, do Tribunal de Contas da União (TCU); o general Heber Garcia Portella, comandante de Defesa Cibernética, pelas Forças Armadas; a conselheira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Luciana Diniz Nepomuceno; o perito criminal Paulo César Hermann Wanner, do Serviço de Perícias em Informática da Polícia Federal; e o vice procurador-geral eleitoral Paulo Gustavo Gonet Branco, pelo Ministério Público Eleitoral (MPE).

Além deles, o colegiado também terá a participação de especialistas em Tecnologia da Informação e representantes da sociedade civil: André Luís de Medeiros Santos, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Bruno de Carvalho Albertini, professor da Universidade de São Paulo (USP); Roberto Alves Gallo Filho, doutor pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); Ana Carolina da Hora, pesquisadora do Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-DireitoRio); Ana Claudia Santano, coordenadora-geral da Transparência Eleitoral Brasil; e Fernanda Campagnucci, diretora-executiva da Open Knowledge Brasil.

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