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Barroso: "Democracia no mundo vive recessão"

O presidente do TSE disse que o Brasil corre "risco de turbulência" se seguir exemplos de países como Hungria, Polônia e Venezuela
Barroso: “Democracia no mundo vive recessão”
Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

O presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, disse nesta quarta-feira (22) que a democracia no mundo vive um certo grau de recessão”

Durante evento da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), o ministro afirmou que o Brasil correrisco de turbulência” se seguir exemplos de países como Hungria, Polônia e Venezuela.

“A democracia no mundo vive um certo grau de recessão, de um certo risco. Três fenômenos se juntaram: o populismo, o extremismo e o autoritarismo. Esse populismo extremista e autoritário tem características: em primeiro lugar, precisa de inimigos para justificar o fracasso inexorável. O populismo é uma forma de você oferecer resposta fáceis e erradas para problemas complexos. O extremismo precisa da mentira e do ódio e das teorias conspiratórias e o autoritarismo precisa criar medos artificiais para oferecer a solução do governo forte. É uma receita universal e, se por acaso vier a ser aplicada aqui, tem risco de turbulência.”

Barroso avalia que ainda não é possível projetar como será a disputa de 2022, mas acredita que esses são “prognósticos razoáveis”. Como mostramos, o presidente do TSE também voltou a defender as urnas eletrônicas durante o evento.

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