Barusco poupa Dirceu, é claro

Pedro Barusco, delator da Lava Jato, disse hoje ao juiz Sérgio Moro que participou de reuniões com José Dirceu apenas para tratar de “negócios da Petrobras”, mas que não falaram de propina.

O Antagonista se pergunta que tipo de negócio republicano um réu confesso que desviou mais de US$ 100 milhões da Petrobras teria para conversar com um ex-ministro que forjava contratos de consultoria com fornecedores da estatal.

Como já alertamos aqui, Barusco criou offshores usando o mesmo escritório do Panamá (Morgan y Morgan) por meio do qualDirceu abriu uma filial de sua consultoria e que vem a ser o mesmo que fabricou a offshore dona do hotel que iria contratar o ex-ministro para ajudá-lo no cumprimento da pena do mensalão.

Coincidentemente, o grupo Schahin também recorreu ao Morgan y Morgan para abrir offshores que receberam pagamentos da Petrobras pela operação de navios-sonda.

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