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Battisti: o fim da mancha petista

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Em 2019, o Brasil apagou a mancha petista de ser abrigo seguro para o terrorista Cesare Battisti, militante de uma organização de esquerda implicado em quatro assassinatos na Itália, durante os chamados anos de chumbo, na década de 1970.

Battisti fugiu para o Brasil, depois de perder a proteção dos socialistas franceses. Preso em 2007, no Rio de Janeiro, acabou solto graças à interferência dos comissários petistas. No último dia do seu segundo mandato, Lula infringiu oficialmente o tratado de extradição do Brasil com a Itália e deu guarida oficial ao terrorista.

Temer tentou extraditá-lo, mas não conseguiu, porque o STF, sempre ele, demorou a decidir se o então presidente da República poderia revogar uma decisão do seu antecessor (é claro que podia). Finalmente, depois da eleição de Jair Bolsonaro, que disse que mandaria Battisti de volta à Itália, o Supremo decidiu obviamente que, sim, ele podia ser extraditado.

A demora da Justiça brasileira permitiu que o terrorista  fugisse para a Bolívia, onde ele foi preso, em janeiro, e despachado direta e finalmente para a Itália.

A Justiça italiana negou recursos do terrorista em duas oportunidades (maio e novembro), mantendo a prisão perpétua do protegido de Lula.

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