BC acha zeradas contas de presos na Operação Ressonância

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O BC não encontrou recursos nas contas bancárias de Miguel Iskin, apontado pelo MPF como o “grande corruptor” da área da saúde no Rio há, pelo menos, três décadas.

Os dados foram levantados pelo BC em cumprimento ao bloqueio de bens determinado por Marcelo Bretas na Operação Ressonância, desdobramento da Lava Jato.

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O Banco Central também achou zeradas as contas da empresa de Iskin e de seu sócio Gustavo Estellita, ambos presos na quarta-feira.

O juiz da Lava Jato no Rio ordenou o bloqueio de R$ 1,2 bilhão de 84 investigados, entre pessoas físicas e jurídicas. Ao todo, o BC conseguiu encontrar e bloquear R$ 82 milhões nas contas dos investigados.

 

Comentários

  • cris -

    Como alguém pode deitar a cabeça no travesseiro e dormir roubando tanto de gente que precisa tanto! Meu Deus!

  • luiz -

    Provavelmente de "bagrinhos" muito ricos. Alguns milésimos% cobririam com folga meus saldo devedor

  • Miguelito -

    Mas a offshore tá linda!

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