BENÉ PAGOU PROPINA A EX-REITOR DA UFJF

A nova fase da Operação Acrônimo tem entre os alvos Henrique Duque, ex-reitor da Universidade Federal de Juiz de Fora, acusado de fraudar uma licitação de R$ 38 milhões para contratação da Gráfica Brasil.

Em sua delação premiada, obtida por O Antagonista, Bené disse que pagou 5% de propina a Duque pelo negócio. O então reitor ia regularmente a Brasília para recolher o dinheiro – num total de R$ 600 mil. Os encontros ocorriam num hotel.

O pagamento de propina ao ex-reitor também foi confirmado pela colaboradora Vanessa Pimenta, ex-secretária de Bené. Ela explicou que Bené teve acesso privilegiado ao edital da concorrência.

O operador de Pimentel usou a ata de preços da concorrência fraudulenta da UFJF para conseguir contratos no Ministério da Saúde.

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