Beto Richa cada vez mais enrolado

Já dissemos ontem que o STJ autorizou a abertura de um inquérito para investigar o governador paranaense, Beto Richa. O Ministério Público suspeita que ele e sua família tenham sido beneficiados em troca de facilidades na concessão de licenças ambientais no Porto de Paranaguá.

Hoje, a RPC, afiliada da Rede Globo, teve acesso a documentos apresentados pelo Ministério Público, que indicam que cinco funcionários do Instituto Ambiental do Paraná formavam uma quadrilha que atendia aos interesses de empresas na concessão de licenças ambientais ilegais.

O presidente do Instituto, Luiz Tarcísio Mossato Pinto, é suspeito de ser um dos membros da quadrilha.

Uma das licenças fraudadas, sustentam os investigadores, foi dada à empresa Green Logística, para a construção e um estacionamento de caminhões no Porto de Paranaguá. A área, de Mata Atlântica, é vizinha de um parque nacional e tem espécies em extinção.

Os promotores querem saber como a empresa conseguiu licença para fazer um estacionamento numa área de mata, já que isso é proibido por lei federal.

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