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Bivar tenta travar no TSE inquérito sobre esquema de laranjas do PSL

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Presidente do PSL, o deputado Luciano Bivar (PE) tenta travar no Tribunal Superior Eleitoral as investigações de um esquema de candidaturas laranjas que teria sido usado pelo partido nas eleições de 2018.

A defesa do deputado afirmou ao TSE que há irregularidade nas investigações tocadas pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco e pede para trancar o inquérito, anulando as buscas e apreensões realizadas em endereços ligados a ele, além de apontar questões processuais para inviabilizar o avanço das apurações.

A Polícia Federal indiciou Bivar e três candidatas a deputada pelo partido sob suspeitas de participação no desvio de verba do Fundo Partidário do PSL. Os quatro foram indiciados com base no artigo 350 do Código Eleitoral. Esse artigo diz que é proibido omitir declaração ou inserir declaração falsa para fins eleitorais. Eles também foram enquadrados no artigo 354 do Código Eleitoral, que veda a apropriação de valores destinados ao financiamento eleitoral para benefício próprio ou para outra pessoa.

Lourdes Paixão, que tentou se eleger deputada federal, por exemplo, recebeu R$ 400 mil quatro dias antes das eleições, tendo repassado a maior parte (R$ 380 mil ) para uma única gráfica, a Itapissu, em cujo endereço, junto à Receita Federal, funciona um café e papelaria, para a confecção de nove milhões de santinhos e sete milhões de adesivos, embora tenha recebido apenas 274 votos nas Eleições de 2018.

 

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