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Blanco diz que percebeu com o tempo que história de Dominguetti "não parava em pé"

Coronel afirmou aos senadores que problemas começaram a surgir com as exigências por documentos que comprovassem a origem e a existência das vacinas
Blanco diz que percebeu com o tempo que história de Dominguetti “não parava em pé”
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O coronel Marcelo Blanco disse hoje à CPI da Covid que só percebeu com o tempo que a história contada por Luiz Paulo Dominguetti, sobre a oferta de 400 milhões de doses de vacina contra a Covid, “não parava em pé”.

Essa suposta ingenuidade do militar fez com que ele levasse o cabo da Polícia Militar de Minas Gerais e pretenso vendedor de vacinas ao encontro de Roberto Dias, ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde.

“Com o passar do tempo, você começa a perceber que a história não tinha documento, que ele [Dominguetti] forçava muito pela carta de intenções”, disse o militar.

Segundo Blanco, a imagem de Dominguetti começou a ser desfeita depois de um áudio enviado por Cristiano Carvalho, representante da Davati, envia um áudio falando da sua ligação com a consultoria Mckinsey e falando que o cabo da PM-MG era parceiro comercial da companhia no Brasil.

“Aí comecei a perceber que ficava complicado”, disse Blanco, afirmando ainda que, a partir desse áudio, sempre que cobrados da documentação necessária, Cristiano e Dominguetti jogavam o problema um para o outro.

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