Bolsonaro e a agenda comum com a Itália para combater o crime organizado

No encontro com o embaixador italiano Antonio Bernardini, além de dizer que “fará o máximo dentro da minha capacidade” para extraditar o terrorista Cesare Battisti, o presidente eleito Jair Bolsonaro conversou… sobre uma agenda comum para combater o crime organizado. As máfias italianas são muito atuantes no Brasil.

Assim como Paulo Guedes, presente ao encontro, ele também disse a Bernardini sobre privatizações e a sua vontade de abrir o país na área comercial.

A grande imprensa está, é claro, atrasada no episódio do convite de Bolsonaro a Sergio Moro... LEIA AQUI

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  1. Jose disse:

    E tem que conversar com Portugal também. Tá virando a Disney. Uma história mal explicado com o então banco Espírito Santo, carro-forte com carga declarada como sendo do Lula no Porto, Gilmar Me

  2. Marcos disse:

    Se o "stf" Brasileiro não fosse tão amigo de bandidos, esse Batisti Terrorista covarde ja era para estar na cadeia Italiana ha muito tempo. BANDO de coniventes.

  3. JOSE disse:

    O stf atrapalha mais o povo do que ajuda. Consome bilhões do contribuinte para ser contra a vontade popular.

    1. O Supremo só atrapalha o povo e não ajuda em nada. É um órgão inútil.

  4. RENATO disse:

    Primeiro de tudo mudar as leis que dao poder de legislar para o STF

    1. Mas as leis não autorizam o Supremo a legislar, ele legisla por conta própria e ao arrepio da lei, que é o 1º a desrespeitá-la.

    2. Boa ideia!!! ja estamos de saco cheio desse canalhas indicados "stf" ficarem metendo o bedelho onde não lhes cabe. se prestassem contas ao povo todos ja estariam FORA.

  5. REVOLTADO disse:

    Eis uma medida que, após entendimentos/avaliações, poderia ser antecipada por Temer! Como fez o Luladrão, nos estertores de seu governo, Temer pode contribuir assinando o ato!

  6. Coroinha disse:

    Breve passará de "persona non grata" para "persona fottuta". Foda-se!

  7. Giusti disse:

    EUA, Israel, Chile e Itália. Estamos no rumo certo.

  8. Presidente-XVII disse:

    O Brasil deixará de fazer diplomacia com ditaduras africanas, asiáticas, da América latina e central, e islâmicas, pra fazer diplomacia com o primeiro mundo europeu, com Israel, EUA, etc.