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Bolsonaro e o auxílio-mudança

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Pelas normas da Câmara, por estar deixando o mandato de deputado federal, Jair Bolsonaro terá direito a 33,7 mil reais de auxílio-mudança (não confundir com auxílio-moradia), um benefício pago a todos os parlamentares desde fevereiro de 2015, no início e no término de cada mandato, para “compensar as despesas com mudança e transporte”.

Quando noticiamos ontem esse benefício esdrúxulo — que pode ser embolsado, sem necessidade de prestação de contas, até mesmo por quem é reeleito ou por quem tem moradia em Brasília –, a reação de muitos leitores foi de que Bolsonaro “vai acabar com isso aí”.

Qualquer mudança nos benefícios depende da própria Câmara, não do Executivo.

Mas o presidente eleito poderia abrir mão do auxílio-moradia, como já o fizeram, por exemplo, os senadores Randolfe Rodrigues (Rede), Reguffe (sem partido) e Eduardo Braga (MDB).

Ou ele vai precisar desse dinheiro para fazer a mudança para o Alvorada?

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Comentários

  • Juliana -

    Pois é.

  • J_João -

    Bolsonaro poderia ter criado leis nos muitos anos que passou no plenário. Nunca fez. Eu achei que nesses 4 anos de campanha algo mudou. Mas acho que não

  • Paulo -

    Concordo que vocês dêem suas opiniões, mas daí querer que ele faça o que vocês dizem tem um nome: tutela. Querem tutelar Bolsonaro?

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