Bolsonaro na ONU é "previsível e banal"

Bolsonaro na ONU é “previsível e banal”

Em seu discurso na ONU, Jair Bolsonaro “foi previsível e banal”, segundo Carlos Melo, do Insper.

“Lavou as mãos em relação à pandemia, culpando a única política possível, neste momento, de combate ao vírus, o isolamento social. Vangloriou-se daquilo que não fez, desprezou a ciência — a hidroxicloroquina, mais uma vez. Na questão ambiental, vitimizou-se; grande injustiçado mundial. Sua ‘política de tolerância zero ao crime ambiental’, admitamos, foi o ponto mais criativo (e irônico) do discurso.

Voltou a acusar a Venezuela, alvo preferencial de “inimigo externo” – todo regime autoritário precisa de um.  Em sua cruzada medieval, denunciou suposta “cristofobia”. Adulou Donald Trump, sapateando sobre as brasas do multilateralismo. Fez de tudo, mas, ao final, restou lacuna, vazio de ideias próprias; o de sempre.”

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