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Bolsonaro tem 'dever cívico' de provar que houve fraude em 2018, diz Barroso

O presidente do TSE voltou a criticar a proposta que prevê a implementação do voto impresso no Brasil
Bolsonaro tem dever cívico de provar que houve fraude em 2018, diz Barroso
Foto: Nelson Jr./SCO/STF

O presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, voltou a criticar a proposta que prevê a implementação do voto impresso no Brasil. Segundo o ministro, nunca houve fraude em urnas eletrônicas, como alega Jair Bolsonaro.

O presidente já afirmou diversas vezes, sem provas, que a eleição presidencial que venceu em 2018 foi fraudada. Ele diz que deveria ter vencido Fernando Haddad no primeiro turno.

Em entrevista à CNN, Barroso afirmou que Jair Bolsonaro tem o dever cívico de comprovar que houve fraude.

Nunca houve fraude documentada. Jamais. Apenas o pedido de auditoria solicitado pelo então candidato Aécio Neves e que não se apurou impropriedade porque não há. Se o presidente da República ou qualquer pessoa tiver provas [sobre fraude] tem o dever cívico de entregá-la ao Tribunal e estou com as portas abertas. O resto é retórica política, são palavras que o vento leva.”

Barroso voltou a dizer que a implementação de um sistema eleitoral com voto impresso deve custar R$ 2 bilhões e não vai acabar com o “discurso dos derrotados”.

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