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Brasil 1889

Brasil 1889
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, participa de audiência pública conjunta das comissões de Educação, e de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados.

O Estadão, em editorial, pede a demissão imediata de Abraham Weintraub:

“O ministro da Educação tem de ser demitido imediatamente. Sua errática gestão – se assim pode ser chamada – à frente de um dos mais importantes Ministérios já seria razão suficiente para sua substituição por quadros mais qualificados, e estes não faltam no País. Mas há outra razão, muito mais séria, que torna a sua permanência no cargo uma indignidade (…).

Até para os padrões do bolsonarismo – que estabeleceu novo patamar de insalubridade nas redes sociais – o ministro cruzou a linha vermelha (…).

Abraham Weintraub achou por bem classificar o marechal Deodoro da Fonseca como um ‘traidor’ da Pátria e compará-lo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Diante de uma estultice dessa natureza, na melhor hipótese, o ministro da Educação está absolutamente desinformado. Na pior, trata-se de alguém que se move por ressentimento, revanchismo e má-fé. Seja como for, a sua permanência à frente do Ministério da Educação é um enorme desserviço ao País.”

Demitir um ministro por causa de Deodoro da Fonseca? É isso mesmo?

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