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Bretas abre mão de julgar caso de Milton Lyra e Marcelo Sereno

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Marcelo Bretas abriu mão de julgar a ação penal decorrente da Operação Rizoma, que investiga pagamento de propina para direcionar o investimento de fundos de pensão, informa a Folha.

A medida, explica o jornal, é consequência da decisão do TRF-2 de redistribuir para outro juiz a acusação contra o empresário Arthur Pinheiro Machado, principal nome da denúncia.

Abel Gomes, do TRF-2, aceitou argumento da defesa de Machado de que não há conexão entre a Rizoma e as investigações contra Sérgio Cabral.

O empresário é acusado de pagar propina para obter recursos de fundos de pensão, quitada pelos mesmos doleiros que atuaram no caso de Cabral –por isso o processo foi enviado a Bretas.

Embora a decisão do TRF-2 valesse só para Machado, o juiz da Lava Jato no Rio estendeu a mudança aos outros réus, entre eles o lobista Milton Lyra e o ex-secretário nacional do PT Marcelo Sereno.

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