Briga de rua

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“Jair Bolsonaro tem agido cada vez mais como líder de facção, e não como presidente da República”, diz o editorial do Estadão.

“Invocando sempre a necessidade de satisfazer seus eleitores, malgrado o fato de que foi eleito para governar para todos, Bolsonaro tem contribuído para transformar debates importantes em briga de rua. É a reedição do ominoso ‘nós’ contra ‘eles’ que tanto mal fez ao País durante os desastrosos anos do lulopetismo.

Nesse ambiente crispado, temas cruciais para o futuro, como a reforma da Previdência, ou mesmo questões mais imediatas, como a necessidade de contingenciamento orçamentário, são desvirtuados pelo alarido dos radicais, o que nada tem a ver com um saudável debate democrático. E o presidente, que deveria, pelo cargo que ocupa, ser o condutor político desse debate, parece mais empenhado em hostilizar todos os que não lhe prestam obsequiosa vassalagem – e isso inclui não apenas seus adversários naturais, mas também, por absurdo, aqueles que desejam colaborar com o governo.”

Comentários

  • Presidente-XVII -

    Briga de rua nada! É um presidente conservador e cristão sendo convicto de seus ideais, e querendo uma administração sem o toma lá dá cá, nem para aquela parte do congresso, nem pra mídia.

  • Teresa -

    O editorial só tem verdades. Mas, como tudo pode piorar, algumas horas depois JB compartilha o texto da derrota e ainda chama sua milícia digital para sair às ruas. O Estadão tem ou não tem razão?

  • Regildo -

    Alguém avise o Estadão que o maior líder de facção, conhecido internacionalmente como Luladrão, "está preso, babacas"!

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