Burocracia impede RJ de usar R$ 1,2 bilhão na segurança

O Gabinete de Intervenção Federal ainda não usou o R$ 1,2 bilhão que o governo federal destinou em março para a segurança pública no Rio de Janeiro, publica o G1.

Por causa de burocracia, o gabinete criou uma secretaria administrativa na estrutura da intervenção para gerenciar a verba.

“Como os processos de licitação demoram, em média, pouco mais de 90 dias, o general Laélio Soares de Andrade, responsável pela Secretaria de Administração optou por utilizar a verba em processos que já estavam em andamento nas instituições como a compra de coletes balísticos, por exemplo”.

A ideia é que parte do R$ 1,2 bilhão seja usada na compra de equipamentos para a Polícia Civil, scaners e instalação de circuito interno de TV nos presídios e coletes para os policiais.

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  1. No puteiro chamado Brasil é assim: muita incompetência, ineficiência e burrocracia.
    Mas mesmo assim, o contribuinte trabalha em torno de seis meses por ano só para pagar por toda essa deficiência.

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  1. No puteiro chamado Brasil é assim: muita incompetência, ineficiência e burrocracia.
    Mas mesmo assim, o contribuinte trabalha em torno de seis meses por ano só para pagar por toda essa deficiência.

  2. Isso não é burocracia, q é necessária p a organização, controle e transparência dos atos dos agentes públicos. Isso aí é BURROcracia, pq se existe 1 estado d exceção ou d emergência, com a intervenção das Forças Armadas, é óbvio q tdo o mais precisa se submeter a essa situação. A dispensa d licitação existe p atender a várias situações, até d cunho meramente artístico, pq não está sendo usada para salvar vidas?

  3. Como é que a gente pode achar que um país pode ter jeito com essa gente que está aí no poder? Só raspando todo mundo e colocando outros. É uma incógnita também porque, parece, a humanidade está em crise de honestidade e caráter mas tem que arriscar. Do jeito que está é que não pode ficar. Só tem ladrão, gente! Quando um lado ajuda o outro atrapalha??!!! Deus, nos ajude!!!

  4. “Como os processos de licitação demoram, em média, pouco mais de 90 dias, o general Laélio Soares de Andrade, responsável pela Secretaria de Administração optou por utilizar a verba em processos que já estavam em andamento”
    ——-
    Tradução: O responsável pela Secretaria de Administração optou por fraudar os controles.
    Como bem explicou um pré-candidato (aquele cujo nome-não-pode-ser-dito no Antas) em sabatina recente, cada licitação envolve em média 8 ações na justiça contestando os termos e/ou resultado. Utilizar “processos que já estavam em andamento” soa como fazer aditivos, seletivamente beneficiando amigos dos amigos. Aliás, somente tolos acreditam que militares não fazem maracutaias. Na ditadura fizeram também, na ditadura fizeram pior.

    1. Simplesmente vc não tem conhecimento sobre o assunto e trata logo de denegrir a lisura dos militares. Processos licitatórios que comecem do zero demoram 90 dias para ficarem prontos. Ele simplesmente destinou o verba para processos já existentes com mesma finalidade, qual seja, reaparelhamento da segurança pública do RJ. Muitas vezes os processos licitatórios são confeccionados, mas os equipamentos não são comprados por corte das verbas previstas para o ano!

    2. Simplesmente vc não conhecimento sobre o assunto e trata logo de denegrir a lisura dos militares. Processos licitatórios que comecem do zero demoram 90 dias para ficarem prontos. Ele simplesmente destinou o verba para processos já existentes com mesma finalidade, qual seja, reaparelhamento da segurança pública do RJ. Muitas vezes os processos licitatórios são confeccionados, mas os equipamentos não são comprados por corte das verbas previstas para o ano!

  5. Burocracia parece ser sinônimo de propina, corrupção, roubo, assalto ao dinheiro público,não? Os servidores do baixo escalão também são corruptos. Devem estar procurando uma forma de roubar de novo este dinheiro.

  6. Bem-vinda burocracia. As “emergências” sempre foram usadas para beneficiar fornecedores de estimação. Antes de torrar R$ 1,2 bilhão deveriam elaborar projetos, com metas, formas de acompanhamento de resultados, recursos humanos requeridos, etc. A forma brasileira de fazer na “orelhada” levou a “tudo isso que está aí”. Saem comprando “scanners” e cameras e depois não tem pessoal treinado para operar, verba para manutenção, e ainda não serve para nada porque não tem objetivo mensurável.