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Cachorro-quente no copo

Em sua coluna na Crusoé, Ruy Goiaba afirma que “é na culinária que o Bananão ousa mais, vai mais longe, reduz a pó qualquer noção de limite”.

Não se enganem, diz o colunista: “O Brasil está cheio de Palmirinhas do mal, Ritas Lobos do Mundo Bizarro, Masterchefs do terceiro círculo do inferno de Dante”.

Leia um trecho:

“Recentemente, um jornal carioca publicou uma reportagem com o título ‘saiba mais sobre o novo lanche sensação’: um ‘cachorro-quente’ sem pão, mas com os ingredientes todos atochados num copo de plástico, dando ao ex-sanduíche aquele charmoso aspecto de lixo orgânico ou de algum vômito que você emitiu num dos piores porres da sua vida. Tudo isso com a vantagem adicional de trocar o pão pelo plástico, aquele material que leva uns 400 anos para se degradar. Só vantagens: você come um troço horrível, atira o copo no mar para poluir bastante e, com sorte, ainda mata algumas tartarugas marinhas no processo.”

Se o cachorro-quente no copo existe, diz Goiaba, Deus nos abandonou e tudo é permitido.

Leia a íntegra da coluna na Crusoé, com direito à goiabice da semana:

Se o cachorro-quente no copo existe, tudo é permitido

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