Caixa dois em campanha ‘dificilmente acabou’, diz Feira

Assim como sua mulher, a Xepa, João Santana, o Feira, depôs a Sergio Moro hoje e disse que o caixa dois em campanhas “dificilmente acabou”, relata O Globo.

Santana, que alega ter sido “um dos poucos” ou talvez “o único marqueteiro punido”, acha que a prática persistirá por fazer parte da cultura política brasileira, mesmo com as investigações de combate à corrupção em andamento.

O marqueteiro depôs no caso em que é acusado, com Mônica Moura, de ter recebido US$ 3 milhões de despesas eleitorais do PT em contas secretas da Odebrecht no exterior, entre 2012 e 2013.

Feira admitiu ter recebido o dinheiro, alegando que se tratava de prática institucionalizada. Mas, assim como a mulher, disse “não imaginar” que os recursos vinham do esquema de corrupção estruturado na Petrobras.

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  1. Ao colocar o dinheiro no bolso ninguém quer saber de onde vem. As campanhas eleitorais brasileiras são verdadeiras aulas de roubalheira e tem até Ministro do STF que não vê nada mal nisso.

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  1. Ao colocar o dinheiro no bolso ninguém quer saber de onde vem. As campanhas eleitorais brasileiras são verdadeiras aulas de roubalheira e tem até Ministro do STF que não vê nada mal nisso.

  2. absurdo dos absurdos…punir um profissional sério pq o cliente é bandido. É como prender um dentista pq o dinheiro que recebeu de honorários de um cliente tinha origem criminosa.

  3. Enquanto ser político for bom negócio, de baixo risco e altíssimo retorno, a corrupção continuara ”institucionalizada”. Só quando o risco for compatível com o retorno é que isso se resolve.

    1. Nops! nada a ver com risco… até pq quem fiscaliza o fiscal tb é politico ou indicado politico…a unica saida é redução drastica do poder dos politicos via redução maxima do estado.

  4. O caixa 2 não vai acabar. Temo até que, passada a turbulência da Lava-Jato, os métodos de obtenção do dinheiro sujo, pelos políticos, se tornem cada vez mais sofisticados e difíceis de rastrear…

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