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'Calúnia é crime', diz ministro da CGU, acusado de prevaricação

Wagner Rosário disse aguardar 'ansiosamente' que CPI da Covid o convoque; mais cedo, Omar Aziz o chamou de 'prevaricador' e 'omisso' no caso de Roberto Dias
Calúnia é crime, diz ministro da CGU, acusado de prevaricação
Foto: Isac Nóbrega/PR

Wagner Rosário rebateu nesta quarta-feira (15) a acusação de prevaricação feita pela cúpula da CPI da Covid. Pelas redes sociais, o ministro-chefe da CGU afirmou que “calúnia é crime” e disse aguardar “ansiosamente” a convocação para depor na comissão.

Mais cedo, o presidente da CPI, Omar Aziz, chamou Rosário de “prevaricador” e “omisso” após receber a informação de que a Controladoria teria desde outubro de 2020 informações que implicam Roberto Dias, exonerado do Ministério da Saúde só em junho deste ano.

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