Câmara mantém veto de Bolsonaro e proíbe aumento a servidores

A Câmara, por 316 votos a 165, acaba de manter o veto de Jair Bolsonaro que proíbe o reajuste salarial de servidores até o fim de 2021.

A votação foi viabilizada após um acordo entre o Planalto e os partidos do Centrão, que fizeram um mapa para fazer marcação sobre os deputados. As lideranças governistas esperavam ter ao menos 300 votos alinhados ao Planalto.

A decisão da Câmara contraria o desejo dos senadores. Como mostramos, o Senado tentou derrubar, por 42 votos a 30, o veto de Bolsonaro.

O congelamento dos salários dos servidores foi construído em um acordo no Senado.
Paulo Guedes incluiu a proposta como uma contrapartida à liberação de R$ 60 bilhões a estados e municípios.

O Ministério da Economia calculou em até R$ 132 bilhões o alívio aos cofres públicos com o congelamento do salários por 18 meses.

O Planalto chegou a anunciar aos deputados que o auxílio emergencial ficaria ameaçado pela derrubada do veto.

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