Campanha corpo-a-corpo e o 'risco de irregularidades'

Campanha corpo-a-corpo e o risco de irregularidades
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Mesmo com a pandemia, a campanha corpo-a-corpo predominou nessas eleições municipais, conta a Crusoé.

Os candidatos gastaram R$ 223,9 bilhões do fundão eleitoral com publicidade impressa, valor nove vezes maior que os R$ 25,4 milhões declarados com o pagamento de impulsionamento de conteúdo em redes sociais.

“A campanha baseada no corpo-a-corpo com o eleitorado, em que se gasta mais sola de sapato do que dinheiro com engajamento nas redes sociais, permite conquistar votos de moradores de áreas mais distantes dos grandes centros urbanos e de eleitores pouco afeitos à internet. Mas essa forma de pedir votos gera maior risco de irregularidades, como o caixa dois, segundo órgãos de fiscalização. É muito mais fácil desviar o dinheiro público que agora abastece comitês a partir de contratos com gráficas e contratação de gente para distribuir santinhos, por exemplo, do que em acertos com gigantes da internet.”

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