Campanha de lixo 2

O ministro Gilmar Mendes mirou no que viu e acertou no que não viu. Ao pedir à Receita paulista informações fiscais de fornecedores da campanha de Dilma, Mendes queria acertar a Focal e a VTPB. Acabou descobrindo outro esquema envolvendo os empresários Juliana e Flávio Dini.

Ambos são donos da Izzoplast, que prestou serviços à campanha de Dilma e é investigada por participação num cartel nacional de vendas de saco de lixo. Os Dini receberam da campanha de Dilma mais de R$ 3,5 milhões e, do PT, quase R$ 5 milhões. Parte do dinheiro também veio da campanha de Alexandre Padilha.

O Antagonista descobriu que Juliana e Flávio são primos do vereador Fernando Dini, que é do PMDB.