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Candidatos à PGR acusam Aras de omissão durante a pandemia

Subprocuradores Luiza Frischeisen, Mario Bonsaglia e Nicolao Dino afirmam que faltou protagonismo ao chefe do MPF; escolhido fora da lista tríplice, Augusto Aras deve ser reconduzido ao cargo
Candidatos à PGR acusam Aras de omissão durante a pandemia
Foto: Adriano Machado/Crusoé

Os subprocuradores Luiza Frischeisen, Mário Bonsaglia e Nicolao Dino, candidatos à lista tríplice que será enviada a Jair Bolsonaro para a escolha do novo chefe do MPF, criticaram nesta sexta, 18, a atuação de Augusto Aras diante da pandemia da Covid no Brasil, registra o Estadão.

O atual PGR foi escolhido por Bolsonaro fora da lista tríplice. Seu mandato de dois anos termina no final de setembro, e a tendência é que Aras, visto como alinhado ao Planalto, seja reconduzido ao cargo.

Para Nicolao Dino, irmão de Flávio Dino, em um cenário de meio milhão de mortos por Covid, “está faltando esse protagonismo do procurador-geral no sentido de provocar, no sentido de cobrar ações, de cobrar o funcionamento das instituições, a definição urgente e rápida e efetiva de políticas públicas”.

Bonsaglia e Frischeisen fazem coro. Para o primeiro, a atuação do presidente na pandemia não se pautou pela ciência, e o PGR deveria ser mais ativo em sua atuação junto ao STF “em defesa da saúde pública”. A segunda lembra que investigar o chefe do Executivo, que “teve atitudes contrárias à sua própria equipe do Ministério da Saúde”, é atribuição exclusiva da PGR.

Os três subprocuradores também criticaram as mudanças na Lei de Improbidade Administrativa aprovadas nesta quinta (17) pela Câmara.

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