Capangas do Senado e da imprensa

Os capangas do Senado sabiam que estavam cometendo ilegalidades.

O Globo reproduziu o depoimento de um deles à PF:

“O policial legislativo Geraldo César de Deus Oliveira, um dos presos da Operação Métis e solto no fim da tarde, disse que chegou a manter contato telefônico com a Procuradoria-Geral da República para informar das varreduras. Ele afirmou que temia ser confundido com ‘um espião’ e também ser acusado de estar protegendo parlamentares investigados pela Lava Jato.

O policial contou que, após receber a ordem para fazer varredura em endereço de José Sarney, decidiu questioná-la. Segundo ele, (seu chefe) Pedro Ricardo avisou que, caso a ação fosse questionada, poderia ser dito que tal medida era precursora para uma visita do presidente do Senado, o que legitimaria a contramedida de segurança”.

E mais:

“A primeira varredura que despertou suas suspeitas, disse Oliveira, foi realizada na casa de Marcos Regada, um genro do ex-senador Lobão Filho. Ele disse à PF que, a princípio, não sabia, mas depois descobriu que a varredura não ‘estava relacionada com o exercício do mandato de um senador’, mas sim com ‘a campanha política de Lobão Filho ao governo do estado’”.

Só Renan Calheiros e seus capangas na imprensa defendem a legalidade do que foi feito por essa gente.

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