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Caseiro monitorava Queiroz em Atibaia

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O caseiro do sítio de Frederick Wassef em Atibaia, Orlando Novaes, monitorava os passos de Fabrício Queiroz e atuava como um “olheiro”, segundo um empresário da cidade que ficou amigo do ex-assessor de Flávio Bolsonaro.

Dono de uma loja de conveniência onde Queiroz e a mulher, Márcia Aguiar costumavam jantar, Daniel Bezerra Carvalho disse ao Globo:

“Tudo que acontecia eu acho que o cara passava para frente. Quem foi, quem não foi [à casa]. Ele [Queiroz] não ficava preso. Não era obrigado a não sair. Mas com certeza os passos dele estavam sendo monitorados por alguém, entendeu?”

O caseiro ocupava uma casa nos fundos do sítio e prestava favores a Queiroz, como fazer compras no mercado.

Ele também contava com a ajuda da advogada Ana Flávia Rigamonti, que trabalhava para Wassef, a quem Márcia disse, em novembro, que não querer mais viver como “marionete do Anjo”.

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Comentários

  • Marina -

    De um tempo para cá aparecem erros de português nos posts. Uma marca distintiva de O Antagonista era a linguagem. Se começar a não ter relevância, aos poucos o conteúdo também pode vir a sofrer.

  • Orlando -

    O caseiro passava tudo para o advogado Wassef que imediatamente repassava tudo para o clã bolsonaro. Simples assim.

  • MILA -

    O QUEIROZ É O ARQUIVI VIVO DO BOLSONARO--QUERIA ELE INCOMUNICAVEL CASO CONTRÁRIO DESAPARECIA COM ELE

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