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Caso da naja: polícia do DF indicia 12 pessoas na Operação Snake

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A Polícia Civil do Distrito Federal informou hoje ter indiciado 12 pessoas na Operação Snake, a maioria delas por tráfico de animais silvestres, maus-tratos e associação criminosa.

Os policiais apresentaram a conclusão das investigações, iniciadas em julho, sobre o caso da cobra exótica da espécie Naja kouthia.

Segundo a investigação, o estudante de veterinária Pedro Henrique Krambeck, picado por uma cobra naja em 7 de julho, comprava serpentes de outros estados, criava em cativeiro montado na própria casa e vendia os filhotes por R$ 500 aos interessados.

A mãe do estudante e o padrasto também foram indiciados. Assim como os amigos que participaram da guarda e cuidados dos animais, e também criaram uma rede para retirar as cobras do apartamento de Krambeck e escondê-las em outros locais, quando as investigações do caso foram iniciadas pela PCDF.

Também foi indiciado um ex-comandante do Batalhão de Polícia Ambiental da PMDF, por fraude processual, prevaricação e coação no curso do processo.

Já a conduta de uma servidora do Ibama será apurada em investigação da Polícia Federal. Segundo a PCDF, ela tornava legal, por meio de concessão de licenças, o animal que estava ilegal.

Brasilia DF 11 07 2020-Os rastros das cobras: Zoo recebe mais 18 serpentes criadas ilegalmente Além da naja que picou estudante, outras duas são peçonhentas: uma delas (víbora-verde-de-vogel) não tem sequer soro antiofídico no Brasil. Na foto serpente Naja. Fotos: Zoo Brasília/Divulgação

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