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Caso de Lula e Luleco por lavagem está paradinho na gavetinha do MPF em São Paulo

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Lula e Luís Cláudio, o Luleco, foram indiciados pela Polícia Federal no início do ano pelos crimes de tráfico de influência e lavagem de dinheiro. A denúncia do MPF sobre o caso Touchdown estava pronta desde o ano passado, mas até hoje não foi ajuizada.

Em 15 de janeiro, a Justiça de São Paulo intimou o MPF para que se manifestasse sobre a representação policial que pedia a remessa do caso para uma vara especializada. Dois meses depois, a juíza substituta Bárbara de Lima requisitou os autos para uma inspeção e descobriu que o MPF não havia se manifestado.

“Decorridos aproximadamente 60 dias, o MPF sequer se manifestou. Ao revés, os autos somente foram devolvidos em razão da necessidade de inspeção judicial a ser realizada nesta Vara. Referida inércia contribui severamente para a inefetividade da persecução penal, e não pode ser tolerada”, escreveu.

A magistrada acabou despachando diretamente sobre o pedido da PF e deu cinco dias para novo posicionamento do MPF. Quem consulta o caso descobre que o prazo se extinguiu e nada aconteceu.

Enquanto o CNMP persegue procuradores na internet, tolera “referida inércia” que “contribui severamente para a inefetividade da persecução penal”.

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