Caso Marielle: Presidente dos Correios diz desconhecer furto de munições destinadas à PF

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O presidente dos Correios, Guilherme Campos Júnior, disse ao Globo que não é de conhecimento da empresa a informação dada por Raul Jungmann de que houve furto de munições destinadas à Polícia Federal em uma sede da estatal na Paraíba.

O ministro da Segurança Pública citou o caso após a revelação de que a munição usada para matar a vereadora Marielle Franco era do lote UZZ-18, destinado à PF em 2006.

“Se o ministro Jungmann tiver alguma informação que a gente não tem, eu espero que nos passe”, declarou o presidente dos Correios.

Jungmann manteve a declaração e disse que a PF checa se há relação entre os desvios de munição e o crime.

Guilherme Campos afirmou que uma apuração interna sobre o assunto começará a ser feita na segunda-feira.

“Os Correios não transportam armas e munição. No passado recente, não houve transporte para nenhum órgão.”

Ele fez uma ressalva sobre a possibilidade de esse tipo de serviço ocorrer se houver uma autorização oficial do Exército, mas frisou que não há registro disso nos últimos anos.

 

Comentários

  • Renata -

    Qual a novidade? Os correios "DESCONHECEM" até mesmo os prazos que eles próprios estabelecem para a entrega.

  • FHC, -

    Não é "nos últimos anos". É em 2006. Privatizem os Correios já. Um antro de sebosos.

  • Guela -

    Pedir para que os Correios entreguem munição e não querer que roubem é brincadeira. Era melhor ter pedido para o PCC fazer a entrega.

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