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Caso usado por Toffoli para atacar Coaf ganhou força com desembargador nomeado por Lula

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O caso do ‘posto de gasolina’, usado por Dias Toffoli para suspender a investigação de Flávio Bolsonaro e atacar o Coaf, chegou ao Supremo após recurso do MPF contra decisão do desembargador José Marcos Lunardelli.

Lunardelli absolveu o casal Hilario e Toyoka Hashimoto do crime de sonegação fiscal, após condenação em primeira instância.

Segundo decisão obtida por O Antagonista, ele acatou o argumento da defesa de que a Receita não poderia ter quebrado o sigilo bancário do casal sem autorização judicial prévia. E anulou a ação penal.

Mas, na verdade, o Fisco apenas cruzou o imposto de renda dos investigados com a movimentação bancária global registrada pela CPMF, então em vigor. E o compartilhamento desses dados é ancorado na lei.

Em 2017, Lunardelli ficou conhecido nacionalmente depois de ter concedido habeas corpus ao terrorista italiano Cesare Battisti – que depois fugiu e acabou preso na Bolívia. Foi ele também quem soltou o ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira, preso na Operação Custo Brasil.

O desembargador chegou ao TRF-3 em 2010 nomeado por Lula, com apoio efusivo de Dilma Rousseff e José Dirceu.

Em 2015, seu nome foi cotado para o STJ. Fizeram campanha em seu apoio, segundo a Veja, os amigos petistas Paulo Teixeira e Arlindo Chinaglia, além dos advogados Pierpaolo Bottini e Sigmaringa Seixas, além do próprio Toffoli.

A transação suspeita que fez Léo Pinheiro, um dos pivôs do petrolão, citar Dias Toffoli em sua delação. Saiba mais

Comentários

  • Maria -

    Ação entre amigos!

  • DULCE -

    Quanto mal esse PT fez e ainda faz ao nosso país! Quando chegará o dia em que acordaremos com essa ORCRIM extinta???

  • CLAUDIO -

    A ORCRIM aparelhou todo o judiciário.

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