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Casos de offshores de Guedes e Campos Neto são bem diferentes

Presidente do BC informou existência das offshores ao Senado em 2019; enquanto ministro ainda não esclareceu por que manteve conta ativa e com recursos
Casos de offshores de Guedes e Campos Neto são bem diferentes
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Apesar do destaque semelhante dado pelos veículos de comunicação envolvidos na divulgação do Pandora Papers, é preciso separar os casos de Roberto Campos Neto e Paulo Guedes (foto).

O presidente do Banco Central, além de não ter feito aportes em suas offshores (Cor Asset e ROCN), informou ao Senado a existência delas, no dossiê encaminhado para sabatina, em 1º de janeiro de 2019 (documento abaixo).

O ministro da Economia, por outro lado, diz ter informado à Comissão de Ética Pública da Presidência, mas não há qualquer documento público que comprove sua versão. E Guedes ainda manteve recursos em dólares, que valorizaram R$ 14 milhões devido à variação cambial.

Como registramos mais cedo, em 2017, Henrique Meirelles chegou a entregar sua declaração de Imposto de Renda aos veículos que divulgaram os Paradise Papers, para esclarecer a titularidade de uma trustee aberta para administrar sua herança.

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