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CCJ do Senado tende a votar, na próxima semana, pela derrubada do decreto das armas

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A CCJ do Senado tende a se manifestar contra o decreto, em vigor, que flexibilizou o porte de armas no Brasil.

Na sessão de hoje, senadores do PSL — partido de Jair Bolsonaro — tentaram aprovar requerimentos para a realização de audiências públicas sobre o tema, em uma clara tentativa de ganhar tempo para discutir melhor a proposta e tentar conquistar votos a favor do decreto.

Os pedidos, porém, foram rejeitados por 16 a 4 votos — saíram derrotados Major Olimpio (PSL), Selma Arruda (PSL), Luis Carlos Heinze (PP) e Marcos do Val (Cidadania), que, como relator da matéria, leu o complemento do seu voto, antes do pedido de vista coletiva.

Na próxima quarta-feira, serão votados o parecer do relator e os votos em separado apresentados por Veneziano Vital do Rêgo (PSB), Fabiano Contarato (Rede) e Rogério Carvalho (PT).

A tendência é que a CCJ vote, em sua maioria, pela derrubada do decreto em vigor. O caso ainda terá de ser analisado pelo plenário do Senado e pela Câmara.

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