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Auditoria aponta 2,3 mil militares com cargos civis irregulares; CGU fala em 'má fé'

Levantamento da Controladoria-Geral da União indica existência de problemas como pagamentos acima do teto constitucional, em desrespeito à legislação
Auditoria aponta 2,3 mil militares com cargos civis irregulares; CGU fala em má fé
Crédito: CGU/Reprodução

Uma auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) apontou indícios de irregularidade na contratação de pelo menos 2.363 militares em cargos civis do governo federal, diz a Crusoé.

“O levantamento aponta uma possível ‘má-fé’ dos integrantes das Forças Armadas e indica a existência de problemas como a acumulação ilegal de cargos e pagamentos acima do teto constitucional, em desrespeito à legislação.”

“A CGU identificou pelo menos 558 registros de militares com vínculos de agente público civil federal possivelmente irregulares. A regra geral para vínculos concorrentes de militares com atividades civis é a proibição, mas a acumulação é permitida, por exemplo, para militar da reserva ou reformado que ocupa um cargo público relacionado à área de saúde.”

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